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Artigo na Revista da Anpoll, v. 1, n. 32 ( 2012)

AS MULHERES ENTRE O PODER E A RESISTÊNCIA: DISCURSO, HISTÓRIA E ACONTECIMENTO

Lúcia Helena Medeiros; Regina Baracuhy



RESUMO: Neste trabalho de pesquisa, procura-se fazer uma reflexão no sentido de conhecer, descrever e interpretar os movimentos da memória na incansável e inquietante luta das mulheres na conquista por seus direitos e na relação com o sexo oposto. É percorrendo a história, trazendo de volta a memória e o acontecimento discursivo “movimento feminista”, que se compreenderão as mudanças desencadeadas, as transformações identitárias do sujeito mulher em sua busca pela independência, pela liberdade, por um espaço público, nessa sociedade contemporânea.
 PALAVRAS-CHAVE: discurso, acontecimento, história, memória, mulher. 

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Práticas Discursivas Contemporâneas 2 (2012)



Práticas discursivas contemporâneas 2: corpo, identidade e mídia

Eliza Freitas, Emmanuele Monteiro, JJ Domingos, Lúcia Helena Medeiros, Regina Baracuhy, Tânia Pereira

Série Veredas nº 27.
João Pessoa: Marca de Fantasia
2012. 104p. Ebook em pdf, grátis sob demanda. 
ISBN 978-85-7999-044-1

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Os sentidos (des)velados pela linguagem (2012)


Considerando, principalmente, a relação com o sujeito, inserido, hoje, numa sociedade multifacetada de práticas sociais letradas, este livro traz para seu público leitor uma heterogeneidade de artigos que refletem os estudos, as pesquisas, as reflexões acerca do uso e da circulação da linguagem,
Tendo como referência a concepção de que linguagem é antes de tudo um sistema discursivo que não se fecha na condição de sistema de formas, mas abre-se para o acontecimento social como a sua condição de atividade, o livro apresenta um conjunto de artigos, responsáveis pela “unidade”, cujo fio condutor está delineado nas concepções aqui evidenciadas.
Grande parte dos artigos desta edição analisa gêneros textuais/discursivos veiculados pela mídia – propagandas impressas e virtuais, capas de revistas, artigo de opinião, entrevistas – cujas questões acerca do discurso são dominantes. Outros artigos apresentam aspectos teóricos. Entretanto, em todos eles, o pano de fundo é a reflexão sobre o campo da linguagem, evidenciando-se a pluralidade dos enfoques teóricos escolhidos pelos autores.  
                                                        Maria de Lourdes da Silva Leandro
Simone Dália de Gusmão Aranha
Tânia Maria Augusto Pereira

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Práticas Discursivas Contemporâneas (2011)




JJ Domingos, Edileide Godoi, Eliza Freitas,  Regina Baracuhy, Emmanuele Monteiro e Tânia Pereira.
João Pessoa: Marca de Fantasia, 2011. 138 p.
E-book em pdf. R$ 5,00
ISBN 978-85-7999-031-1

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Discurso, poder e subjetivação:uma discussão foucautiana


J.J. Domingos
Série Veredas nº 11.
João Pessoa: Marca de Fantasia, 2009. 100p. 13x19cm.
ISBN 978-85-87018-98-4


Resenha
Se fôssemos eleger o termo que melhor sintetiza as noções de história, sujeito, discurso e poder dentro de uma perspectiva foucaultiana , seguramente este termo seria Dispersão. O pensamento de que estes conceitos não são mais "o lugar do repouso, da certeza, da reconciliação, do sono tranquilizador ", e sim categorias constituídas eminentemente por lutas e batalhas discursivas é a espinha dorsal da obra de Michel Foucault. Neste livro, tomamos a produção do francês a partir da História da sexualidade para perceber como, de forma descontínua, a história do Ocidente produziu discursos que têm servido de âncora para a criação de diferentes subjetividades baseadas na sexualidade. Dentre tais subjetividades, aquelas circunscritas longe dos padrões heteronormativos serão aqui nosso objeto. 
Este livro é uma parte da minha dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós- Graduação em Linguística – PROLING – da Universidade Federal da Paraíba. A ideia da pesquisa se torna concreta dentro das articulações da Linguística com outras áreas do saber e da linguagem com a história. Para tanto, tomou-se o discurso – enquanto instrumento que sustenta práticas - como objeto mediador entre a sistematicidade e as representações sociais da linguagem. Foucault, especialmente em A arqueologia do saber (2008), teorizando sobre a linguagem e o discurso vinculou este último aos processos históricos exteriores à língua. Enquanto conjunto de enunciados, o discurso, neste sentido, não repousaria numa aparente clarividência dos sentidos; estaria além de um jogo de signos linguísticos. Esta direção de pensamento sobre o discurso e a linguagem orientou toda a pesquisa. 
A partir desta perspectiva, o objeto de estudo da pesquisa foram os modos de subjetivação discursivisados em perfis de homoafetivos, que se denominam ursos , filiados a sites de relacionamento dirigidos a este grupo. Atentando para o significado e a relevância desse material para os estudos da linguagem, ao mesmo foi dado um enfoque sócio-histórico de cunho qualitativo, a fim de se privilegiar a compreensão e a interpretação do objeto. Por tratar-se de um objeto (no caso, o discurso dos ursos) inscrito em condições sócio-históricas específicas, viu-se a necessidade de focalizá-lo teoricamente considerando a relação entre a linguagem e a história. (...)
J.J. Domingos



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Anais SIGET 2011


Trabalho publicado nos Anais do SIGET 2011



SEXO, SAÚDE E ESPORTE: OS DISCURSOS DA MÍDIA SOBRE O CORPO VELHO - Maria Emmanuele Rodrigues Monteiro ; Regina Baracuhy

Resumo:

O envelhecimento, enquanto discurso construído entorno da noção de corpo discursivisado está relacionado a como a mídia propõe os conceitos de beleza, de sexo e de longevidade. Assim, a mídia produz uma outra identidade que subverte o estereótipo da “vovozinha”, construindo uma positividade para o corpo velho e ratificando um modelo de beleza, que desloca os sujeitos e constrói outras identidades para os velhos. Dessa maneira, o objetivo desse trabalho é analisar a produção discursiva midiática sobre o corpo velho presente nos gêneros de nosso corpus. Dessa forma, vale ressaltar que a noção de corpo com a qual trabalhamos é a noção de corpo discursivisado, o corpo enquanto representação, segundo MILANEZ (2009, p.215) “o que inicialmente identificamos como corpo, podemos compreendê-lo não somente como uma simples prática corporal e objetivante, mas como prática discursiva”. Escolhemos a linha teórica da Análise do Discurso (AD), em seus diálogos com Michel Foucault, ressaltando as noções de biopoder e biopolítica, e os Estudos Culturais para discutir identidade e memória social, pois ela atua nos vazios existentes entre as fronteiras das Ciências Humanas e Sociais, e por isso nos possibilita abordar os aspectos sociais, históricos e psicanalíticos que envolvem e determinam as construções identitárias e a memória social sobre o corpo velho discursivisado e suas especificidades. Nosso corpus é composto por uma propaganda governamental sobre o uso da camisinha na terceira idade, publicada em 25 de fevereiro de 2009, na revista Veja, por uma propaganda de um banco de investimentos veiculada pela revista Época. Nossas análise mostraram que, na mídia, a representação do corpo velho é construído a partir de um ideal de beleza, longevidade e produtividade. Palavras – chave: Mídia, Corpo, Identidade, Análise do Discurso

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O disurso dos ursos: outros modos de ser da homoafetividade (2010)



E-book


J. J. Domingos 
Série Veredas nº 13.
João Pessoa: Marca de Fantasia: 2010. 100p. 13x19cm.
ISBN 978-85-7999-003-8

Resenha

Em O discurso dos ursos: outros modos de ser da homoafetividade , J. J. Domingos historiciza o sujeito homoafetivo urso como uma representação dos diferentes modos de vida dentro do universo das relações homossexuais. Para o autor, quando analisa a questão da homossexualidade, Foucault inquieta-se com a necessidade que os gays têm de organizarem-se a partir de uma identidade catalográfica. Tem aí também o “perigo” dos efeitos de poder que a formação desses grupos secretam para com os quais sempre é preciso manifestar “desconfiança”. A comunidade dos ursos não estaria, portanto, isenta desse “perigo” inerente a qualquer “comunidade”. 

Todavia, a constituição de tais comunidades permanece para ele um gesto fundamental na luta travada para inventar novas formas de existência e moldar novos “estilos de vida”, a fim de escapar ao perigo bem mais ameaçador que fazem pesar o rigor da norma e a sociedade “disciplinar” em seu conjunto. Assim, é mais produtivo pensar a “criação de modos de vida” como exercício concreto dessa liberdade que permite que os indivíduos e os grupos passem da sujeição à subjetivação e que moldem suas existências específicas ao cultivarem suas diferenças. 

Com esta obra, Domingos torna pública a análise de sua pesquisa realizada para o Mestrado em Linguística da UFPB, defendida em dezembro de 2009. A fundamentação teórica do mesmo trabalho, com o título Discurso, poder e subjetivação: uma discussão foucaultiana , também foi publicada na Série Veredas, da editora Marca de Fantasia. O autor, formado em Letras pela Universidade do Estado do Ceará, atualmente faz Doutorado em Linguística na UFPB.

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